Entretanto sua esposa portuguesa, D. Filipa, faleceu e ele acabou por casar com uma fidalga espanhola, D. Beatriz de quem teve um filho, Fernando Cólon .
Desse casamento obteve influências através de famílias distintas espanholas junto de D. Isabel, de Castela.
Como demorava a aprovação do seu plano, volvidos 7 anos, fez chegar à Rainha a sua intenção de o ir negociar com o rei Carlos VIII de França.
Quando D. Isabel de Castela soube, mandou-o chamar fornecendo-lhe em 1492 três navios e homens, dando-lhe o cargo de Almirante e aceitando denominá-lo Vice-rei da Índia se ele conseguisse lá chegar primeiro que a esquadra portuguesa de Vasco da Gama.
Vasco da Gama chegou à Índia e tal como se havia previsto, Cristóvão Colombo fez uma viagem mais curta, chegando às ilhas ao largo da América Central.
Colombo regressou dessa sua viagem com algumas plantas, frutos e indígenas a quem chamou de índios.
Em vez de se dirigir à Espanha, Colombo regressou pelos Açores e veio desembarcar a Lisboa tentando negociar o registo oficial da descoberta da América para Portugal. Há provas de ter estado alguns dias em Portugal e ter falado com D. João II. O Rei não deve ter aceite as propostas de Colombo porque, tais terras já conhecidas dos portugueses pertenciam por direito a Portugal pelo tratado de Alcáçovas-Toledo .
A Espanha reconhece não ter conseguido vencer os portugueses nesta epopeia da descoberta do caminho marítimo até à Índia e rompe o tratado de Alcáçova-Toledo com Portugal para poder apoderar-se daquelas terras visitadas por Colombo.
Portugal entra em conflito com a Espanha pois não queria perder os seus domínios sobre as terras no Atlântico Sul.
Era Papa no Vaticano, Alexandre VI de descendência Italiana e Castelhana. Seria ele que decidiria o conflito e a disputa pelo tratado de Acáçova-Toledo .
Portugal estava em desvantagem pois o Papa favorecia a Espanha.
El Rei João II mais conhecedor da cartografia da terra que a Espanha e sabendo que iria perder aquelas terras visitadas por Colombo, resolveu aceitar a renuncia do tratado de Alcáçova-Toledo e propõe outro que ficou conhecido como o Tratado das Tordesilhas, em 1494, que garantia para Portugal as Terras de Vera Cruz, a Sul e Terra Nova, a Norte, situadas a partir do meridiano estabelecido a 370 léguas a oeste das ilhas portuguesas de Cabo Verde (aproximadamente a 46º 37’ a oeste do meridiano de Greenwich)
Portugal prepara então caravelas e homens, chefiados por Pedro Álvares Cabral, para mais uma viagem à Índia mas com a missão de navegar primeiro para ocidente e oficializar como descobertas para a soberania Portuguesa as terras de Vera Cruz.
Dessa viagem passou a ficar oficialmente registado descoberta da América do Sul, em 1500 por Pedro Álvares Cabral.
Segundo o tratado de Tordesilhas, a Espanha exigiu a posse das terras a oeste do meridiano acordado. Portugal demarca então as fronteiras a este do qual resultou o Brasil.
Dizem os historiadores que pelas memórias escritas por Cristofõn Cólon, este viveu os últimos anos de sua vida, triste e desgostoso, desprezado pela coroa Espanhola e sem o prometido título de Vice-rei das terras descobertas e na esperança que lhe fosse pago a percentagem prometida sobre a exploração daquelas terras. Seus filhos recorrem a Tribunal mas nada conseguem contra a coroa espanhola.
A Espanha não lhe reconheceu o mérito talvez por a ter desviado da rota da Índia e pela sua traição ao ter desembarcado em Lisboa com a finalidade de oferecer o seu achado a Portugal.
Viveu em Espanha os últimos 14 anos de sua vida vindo a falecer em 20 de Maio de 1506, em Valladolid, Espanha.
Como não deixou escrito qual a sua verdadeira nacionalidade nem a sua origem, vários países tentam dar-lhe uma nacionalidade para se valerem do seu feito, "Descobridor do Novo Mundo". A Itália é uma forte candidata porque muito da sua gente veio viver para Portugal, um País próspero e potencia naval da época.
Em meados do século XIX a Itália consegue a unificação das suas repúblicas e pretende tornar-se numa potência influente.
Não tem passado histórico da era dos descobrimentos.
Suas gentes emigram para o novo mundo (Américas) onde obtêm fortunas.
Querem ter um herói nacional que ajude a unir ainda mais a nova Itália e a sua corrente emigratória. Itália, Espanha e Portugal são línguas derivadas do latim com semelhanças: palavras, nomes e apelidos.
Já se passaram mais de 3 séculos, dificilmente se discutirá um nome arcaico da era do século XV nas três línguas com derivações tão semelhantes.
Aproveitam para reforçar a tese de Colombo ser Italiano.
Erros de Itália ao considerá-lo Genovês:
“Diz a História Italiana, aceite pelos História Universal, de que um tal Cristoforo Colombo, oriundo de uma família humilde, plebeia, cardadores de lã, deixou a casa materna aos 20 ou 25 anos de idade e alistou-se como marinheiro nos navios de mercadorias que navegavam pelo Mediterrâneo.
Próximo de águas portuguesas deu-se uma batalha entre o navio em que navegava e um navio de piratas franceses.
O navio afundou e ele nadou mais de 10 km até ao Cabo de S. Vicente em Portugal”.
Hoje, analisadas as provas, torna-se irrisória a teoria Italiana que mais parece uma historieta baseada na Odisseia de Ulisses:
“Navega pelo Mediterrâneo; luta contra corsários franceses; naufraga; nada 12 km em águas frias e agitadas até à costa portuguesa; perde a memória; esquece a língua materna; esquece as suas origens; fixa-se em Portugal; torna-se num nobre casando-se com uma filha da nobreza portuguesa; aprende rapidamente Matemática, Latim, Português e Grego; transforma-se num Almirante Navegador das descobertas...)”
Quando, no século XIX, a Itália "molda" este tal Colombo e convence outros países a aceitá-lo, nem Espanha nem Portugal se interessaram em contestar. "Colombo" estava no esquecimento cerca de séculos e qualquer dos dois países nunca se interessaram em investigar os factos. E assim a História Universal aceitou um Colombo, Genovês.
Só a partir de finais do Século XX historiadores Espanhóis e Portugueses começaram a analisar a versão italiana e encontraram contradições e documentos pouco claros, alegando que alguns foram forjados e falsificados (?)
Como não encontram registo de nascimento com tal nome, nem dados da sua origem, os historiadores tentam decifrar a sigla, o monograma e outros enigmas de Colombo, como por exemplo:
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Língua materna: Colombo nunca escreveu nem falou italiano. Se, como dizem, saiu de Itália entre os 20 e 25 anos, como esqueceu a sua língua?
Obs: Apenas se correspondia em latim e português e nos últimos 14 de sua vida em que viveu em Espanha, passou a escrever um pouco de castelhano com muitas palavras aportuguesadas.
(Os seus documentos oficiais escritos em castelhano eram ditados por Colombo e escritos pelo seu escrivão/secretário espanhol)
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Nome: escrevia o seu primeiro nome como Cristofõn e o apelido como Cólon, foi também assim que assinou nas Bulas do Papa sobre a descoberta, que podem ser consultadas na biblioteca do Vaticano. Foi esse o apelido que deu ao seu filho português.
Obs: Escrevia Cristofõn (português arcaico) com til no o.
Só a língua portuguesa na Europa usava e usa o til no o.
O apelido Cólon em grego significa Zarco em Hebraico.
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Estudos/cultura: Colombo não podia vir de uma família plebeia genovesa, cardadores de lãs, porque sabia latim, grego, matemática, cartografia.
Obs: Nos séculos XV e XVI só os nobres estudavam e tinham esses conhecimentos.
Deixou memórias em latim e grego, que mostram ter estudos e ser um homem culto.
Para saber latim e grego, como ele sabia e bem, teria que ser educado, desde muito criança, no seio de uma família aristocrata e numa ordem religiosa de nobres.
Tal como gente da nobreza daquela época, Colombo também usava siglas como sua assinatura :XpõFERENS . / e colocava nos seus documentos e bens pessoais o monograma SFZ .
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Casamentos: Colombo sendo um plebeu, cardador de lã e depois marinheiro, não se casaria com filhas da nobreza. Não era permitido na época.
Obs: O primeiro casamento foi com um fidalga portuguesa, D. Filipa Perestrello , filha do donatário da Ilha de Porto Santo da confiança do Rei Português.
O segundo casamento com uma nobre espanhola, D. Beatriz relacionada com a corte espanhola.
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Navegador: Colombo sendo estrangeiro não podia ter feito parte das tripulações nas caravelas portuguesas, porque, segundo um decreto de D. João II para manter segredo das explorações portuguesas, os estrangeiros não podiam fazer parte das tripulações.
Obs: Colombo viajou bastante nas caravelas portuguesas na exploração da África Ocidental até à Guiné e viagens para norte até à Inglaterra. A rainha de Castela também não seria parva em aceitá-lo como Almirante se não tivesse ele provas de Navegação e alguma patente com mérito e reconhecimento.
Estes factos, entre outros, mostram que a versão “COLOMBO” italiana não pode ser verídica não passando de um erro e de uma vontade de trazer para a ribalta o “descobridor do Novo Mundo”
O próprio nome de "Colombo" aliás Cristofõn Cólon deveria ser usado pelo navegador como um pseudónimo. Naquela época era comum usar-se pseudónimos na nobreza e em ordens religiosas (ainda hoje se usa pseudónimos por intelectuais, escritores, clérigos, etc.).
Cristofõn significa Cristo, Salvador
Colón é uma palavra grega que significa Zarro
Ao omitir a sua origem, nacionalidade e terra onde nasceu, alguma razão grave teria para o fazer.
Tentaria ele esconder a sua origem judia apesar de ser um cristão devoto?
As perseguições judaicas da época na Europa eram um entrave a quem quisesse ter sucesso na vida.
À procura da verdadeira identidade de Colombo:
Historiadores e pessoas interessadas, não aceitando a versão italiana pelas provas contraditórias que apresenta têm feito estudos e pesquisas em busca da sua verdadeira identidade.
Será então COLOMBO, Espanhol?
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A Espanha procura provas para considerá-lo Espanhol com origem numa família da Catalunha também de apelido semelhante.
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Tal como o Colombo genovês, também este Colombo Catalão andaria, como marinheiro, pelo Mar Mediterrânico acabando por vir parar a Portugal, onde viveu, casou etc. etc. etc.
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Em Espanha fizeram-se testes de ADN às ossadas de Colombo. Fácilmente poerão comprová-las com o ADN dos supostos ascendentes Catalães. Porque nunca foram divulgados?
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Colombo passou a viver em Valladolid. Espanha de 1492 a 1506. As suas cartas oficiais, em castelhano, são ditadas ao seu secretário e os seus escritos pessoais, nesses 14 anos, são num castelhano com muitas palavras aportuguesadas, sinal de que apesar de ter passado a viver os seus últimos anos de vida em Espanha nunca assimilou na íntegra a língua castelhana.
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O professor António Rumeu d’Armas, da Universidade de Madrid, identificou Colom como português e chegou a escrever “o português era a primeira língua falada e escrita por Columbus” e que o navegador falou castelhano como um português até ao fim da sua vida.
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Ramon Menendez Pidal considerado o mais eminente dos filósofos espanhóis contemporâneos afirma entre outras coisas, que os “extensíssimos escritos espanhóis de Colón, onde as confusões se produzem, introduzindo frases e vozes portuguesas, não italianas”.
Será COLOMBO português?
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Mesmo ocultando o seu verdadeiro nome, assinava as suas cartas com a sigla: :XpõFERENS . / que analisada tem origem no português arcaico da época Cristófõn Cólon. Só a língua portuguesa, desde sempre, usa o til no o
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Usava também um monograma onde se destaca as letras SFZ. Por estudos de alguns historiadores portugueses contemporâneos, o monograma SFZ deverá corresponder às iniciais de Salvador Fernandes Zarco,
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Nas suas viagens às Antilhas baptizou as primeiras ilhas da sua descoberta com nomes de origem portuguesa: Salvador, Isabela Fernandina, e Cuba
Salvador (seu primeiro nome verdadeiro?)
Isabela (o nome de sua mãe?)
Fernandina (O nome do ducado de seu pai, D. Fernando, Duque de Beja?)
Cuba (a localidade portuguesa no Alentejo, onde nasceu?)
Já foi verificado se na Europa haveria alguma localidade dessa época com o nome de Cuba e só existia e existe em Portugal (a 12 km de Beja) onde está registado o nascimento de Salvador Fernandes Zarco.
Há mais de 40 topónimos portugueses nas ilhas das Caraíbas baptizadas por Colombo.
*Quem foi esse Salvador Fernandes Zarco que se pensa ter usado o pseudónimo Cristofõn Cólon?
Salvador Fernandes Zarco era neto de João Gonçalves Zarco, português de origem judaica, pioneiro e grande navegador, descobridor do arquipélago da Madeira.
Sua filha Isabela Câmara Zarco tinha um caso amoroso com D. Fernando, Duque de Beja, irmão do Rei D. Afonso V, filho do Rei D.Duarte e Dona Leonor de Aragão)
A corte não permitiu o casamento de D. Fernando com Isabela Zarco.
Do caso amoroso esta engravidou
Por ser ilegítimo a mãe foi tê-lo em Cuba, vila alentejana a 12 km de Beja.
Nasceu em 1448 (idade provável de Colombo)
A mãe entretanto casou-se com Diogo Afonso de Aguiar e quando Salvador Zarco tinha 6 anos de idade foram viver com ele para Porto Santo. (obs: Mais tarde Colombo dá o nome de Diogo ao seu 1º filho)
O governador de Porto Santo, Bartolomeu Perestrello , era amigo de seu avô João Gonçalves Zarco e companheiro na descoberta das ilhas da Madeira e Porto Santo.
O jovem Salvador Fernando Zarco, protegido de Bartolomeu Perestrello , tem desde então uma educação cristã primorosa aprendendo línguas e as artes de Navegar.
Coincidência ou não este Salvador Fernandes Zarco, nascido em Cuba (Portugal) e residente, vários anos, em Porto Santo (Portugal), desaparece da história e aparece precisamente em Porto Santo um “Cristóvão Colombo” com idade semelhante que acaba por ocupar o seu lugar junto à família Perestrello casando-se, em 1479, com a filha do grande amigo de seu avô que o havia acolhido.
Salvador Fernando Zarco apesar de português cristão, tem origem judaica da parte de sua mãe.
Na época havia perseguição aos judeus e aos de origem judia.
Inteligentemente Salvador Fernando Zarco, culto e rico não quereria aparecer na ribalta com um apelido judaico e daí que deva ter forjado um pseudónimo que lhe garantisse uma estabilidade social e reconhecimento pelas suas ideias de navegação. Como homem influente deve ter substituído os seus dados judaicos pelo novo nome Cristofõn Cólon.
Continuará a nacionalidade de Colombo um enigma?
Os historiadores portugueses da época não deram qualquer relevo a “Colombo” ou por ele ter passado para o serviço de Espanha ou por ter ido cumprir uma missão muito arriscada, sendo descoberto correria perigo de vida e de segredo de estado que poderia pôr em confronto Castela com Portugal.
As provas apontam evidências de ele ser português o que inibe os historiadores italianos e espanhóis de reconhecerem tal facto preferindo deixarem adormecidas as discussões sobre a verdadeira nacionalidade de Colombo
Os historiadores portugueses contemporâneos parecem não estar interessados pela disputa da nacionalidade de “Cristóvão Colombo” embora conseguissem obter apoio de alguns pesquisadores, historiadores e filósofos estrangeiros, incluindo espanhóis.
Portugal não tem muita necessidade desse prestígio já que a História de Portugal é enriquecida em factos como pioneira da Navegação Marítima de longo curso e dos Descobrimentos, tendo outros navegadores com muito mais importância com quem Colombo aprendeu as técnicas do Almirantado.
Pena os ingleses e americanos, nos seus documentários e filmes, relegarem para segundo plano o feito dos portugueses salientando e relacionando sempre Colombo como o maior dos Navegadores e descobridores do mundo.
Na realidade o feito de “Colombo”, “Cólon ” ou "Salvador Fernandes Zarco", mesmo sendo português, é considerado um acaso por um erro de navegação na ânsia de ser o primeiro a chegar ao oriente levando-o ocasionalmente às Antilhas a ocidente.
Uns dizem que este navegador Colombo traiu a confiança de D. João II tentando levar para Espanha segredos da náutica e rotas marítimas portuguesas, outros preferem dizer que D. João II o enviou para Espanha com a missão de desviar a atenção dos reis espanhóis sobre a rota para a Índia.
O certo é que nada prova animosidade entre D. João II e Colombo, depois da sua missão, muito pelo contrário, existem cartas que comprovam que Cristóvão Colombo e o Rei português mantinham correspondência amistosa depois de ele estar em Espanha e que são interpretadas por certos historiadores ter havido certa cumplicidade nos planos e projecto de Colombo.
Seja o que tenha acontecido a História de Portugal da época não o salientou nem tão pouco se preocupou em deixar vestígios históricos o que faz dele hoje um enigma.
Digam o que disserem, italianos, espanhóis, ingleses etc., nunca descobrirão as verdadeiras raízes e a nacionalidade de Cristóvão Colombo se continuarem a desviar as atenções do mundo para a possibilidade de ele ser português.
Arth-wr Limma